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sábado, 9 de julho de 2011

God of War: A Saga - "Mergulhado nas Trevas" [2ª Parte]

God of War – Chains of Olympus (PSP, 2007)




Para conseguir sua redenção e fazer as visões da morte de sua família desaparecer, Kratos se lança a serviço dos demais deuses, criando devastadoras cruzadas no mundo antigo, em nome do Olimpo. O Fantasma de Esparta chega a Ática, onde combate ferozmente os Persas e enfrenta um gigantesco Basilisco. Após árduas batalhas, o Sol cai do firmamento, mergulhando o mundo na escuridão. Kratos descobre que tudo é obra de Morpheus, o Deus dos Sonhos, que raptou Hélios, o Deus do Sol, envolvendo a terra em trevas. Com isso, os Deuses restantes entram em uma profunda hibernação, ficando a seu cargo, devolver a carruagem solar aos céus. Kratos segue então até a cidade de Maratona, para o Templo de Hélios, onde, com a ajuda de Eos, Deusa do Amanhecer e irmã de Hélios, consegue unir os ventos: Euros, Nathos e Zephyrus (ventos do Leste, Oeste e Sul, respectivamente), com isso, Kratos é levado até as profundezas do Tártaro, o reino de Hades, o Deus dos Mortos. Lá enfrenta Caronte, o barqueiro que faz a travessia dos mortos, mas é derrotado e aprisionado nas profundezas do Tártaro. Conseguindo escapar, ele segue até o templo de Zeus, onde ganha uma poderosa arma utilizada para derrotar os Titãs, e segue o caminho até encontrar e derrotar Hyperion, chegando onde Atlas deveria estar aprisionado. No local, Kratos descobre que Atlas fora libertado e que o mesmo foi um dos responsáveis pelo rapto de Hélios. Kratos se encontra novamente com Caronte. Munido com sua nova e poderosa arma, derrota o barqueiro e, utilizando o seu barco, o Fantasma de Esparta segue em direção ao templo de Perséfone, esposa do Deus Hades.


Lá ele encontra sua filha, Calíope, que matara anteriormente, e diz que abdica de tudo para ficarem com ela nos Campos Elíseos. Sem os seus poderes e já com a sua filha, Perséfone conta a Kratos que foi ela que libertou o Titã Atlas e que o ajudou Morpheus a aprisionar Hélios, com o propósito de destruir o pilar que sustenta o mundo, atirando assim este, para o abismo do Caos. Kratos revoltado faz uma difícil escolha. Desiste de ficar com sua família, para enfrentar Perséfone e salvar o mundo. Com seus poderes recuperados, segue Perséfone até o Pilar, onde a derrota, forçando assim, Atlas a sustentar todo o peso do mundo em suas costas, pois o pilar que o fazia, fora destruído. Atlas ainda diz que ele próprio o libertará um dia, pois foi dito pelas irmãs do Destino. Hélio é libertado, e a carruagem solar é devolvida aos céus, e a luz volta a iluminar nosso mundo. Kratos então cai dos céus inconsciente, mas é salvo por dois deuses, que retiram suas armas, e o deixam a beira de um precipício, onde fica a entrada do Olimpo.

God of War: A Saga - "O Alfa e o Ômega" [1ª Parte]

Pode um simples mortal desafiar os Deuses?


“Era uma tarde nublada. Os inimigos bárbaros vieram em legiões. A Batalha durara horas. Liderados pelo então capitão Kratos, os espartanos caíram frente à ferocidade e superioridade numérica de seus adversários. Frente a sua derrota e morte iminente, pelas mãos do Rei dos Bárbaros, Kratos faz um apelo a Ares, o deus da guerra, pedindo para que destruísse seus inimigos, oferecendo sua vida e servidão em troca. O Deus aceitou sua oferta. Munido de novas forças e das lâminas do caos, presas aos seus braços eternamente por correntes em brasa, Kratos dizima seus inimigos. E ele sente prazer nisso. Porém, o preço de tal apelo é pago. Kratos passa a ser a ferramenta de destruição de Ares, dizimando seus inimigos sem piedade alguma. Kratos avançava frente a todos em que o Deus da Guerra ordenava. Mas não era o bastante para a gananciosa divindade. Ares queria transformá-lo em um guerreiro invencível, mas ainda havia um traço de humanidade no Espartano: sua mulher e filha.
Então o traiçoeiro Deus armou uma emboscada. Ordenou que Kratos dizimasse uma aldeia e um templo, que havia nas proximidades de Athenas, fazendo o guerreiro acreditar que ali havia algo oculto que ameaçava a cidade sagrada. Kratos é avisado pelo oráculo do templo que iria se arrepender amargamente de sua existência, caso ali entrasse, mas ele não deu ouvidos. Movido com fúria e com sua sede de sangue, Kratos chacina todos que estavam presentes, mas após o terrível massacre, Kratos observa os corpos de sua esposa e filha, jazidos no chão, mortos pelas suas próprias mãos."


O Intento de Ares havia sido consumado. Agora, não havia mais nada que atrapalhasse seu plano para com Kratos. Mas ele não contava com algo. Seu erro foi julgar que, um ser movido à violência e destruição como Kratos pudesse nutrir tanto amor por sua família. Kratos jurou sob os corpos inertes de sua esposa e filha, que Ares iria pagar.
Kratos ergue uma pira e crema os corpos de sua família. As cinzas que se soltavam das chamas se espalharam ao vento, vindo em direção ao corpo de Kratos, aderindo em sua pele e revestindo-a para sempre de branco. Carregando eternamente em seu corpo e em sua alma, a culpa pela morte de sua família. “Assim nasce a lenda do Fantasma de Esparta.”




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